BLEED | MASSAS

2009/05/13

o bleed, como é referenciado na maioria dos programas informáticos gráficos, ou massas é uma margem extra ao formato final pretendido num determinado projecto que serve para evitar cortes inesperados. Quando um determinado projecto impresso é aparado por uma guilhotina pode acontecer um ligeiro desvio no corte pelo que convém dar um bleed de pelo menos 3 mm em volta de todo o trabalho. O bleed deve ser uma continuação da informação que está dentro da página, quer seja uma imagem ou apenas cor.


PRÉ-IMPRESSÃO

2009/05/13

o termo pré-impressão refere-se aos vários procedimentos pelos quais quer texto, quer imagens têm de passar para serem reproduzidos via impressão. Cada processo de impressão tem diferentes especificações, usa diferentes materiais e exige diferentes procedimentos de pré-impressão. É o sistema de impressão que determina a forma como se processa a pré-impressão, mas é esta que determina a qualidade final do trabalho. É na fase de pré-impressão que devem ser prevenidos todos os problemas que possam surgir na impressão, de forma a preparar adequadamente os ficheiros e garantir que o resultado final não traga surpresas, nem para o cliente, nem para as pessoas envolvidas na produção.


CORTE

2009/04/24

cortar um trabalho pode ser feito de duas formas: com a guilhotina ou com um cortante especial. Quando o corte é simples, como aparar um cartaz utiliza-se a guilhotina. A guilhotina é uma máquina controlada por computador capaz de cortar elevadas quantidades de papel, exactamente com as mesmas medidas. Quando o trabalho apresenta um corte fora do normal, como cantos redondos ou com outras formas mais complicadas é necessário criar um molde com esse corte. A este molde chama-se cortante e é feito numa base de madeira, onde o desenho do corte é feito a laser e depois preenchido com lâminas finas que irão cortar o papel quando pressionado.

nota: na arte final o cortante deve ser desenhado numa cor directa e deve estar em overprint para que não abra nas restantes cores do documento e, a sua espessura, deve ser “hairline”. Deve diferenciar-se os cortes dos vincos e picotado, com traço contínuo, tracejado e ponto e traço, por exemplo.


OZALIDES

2009/04/24

os ozalides são provas relativamente baratas e indispensáveis. Antigamente eram analógicas, feitas a partir dos fotolitos e actualmente são digitais, feitas por impressão a jacto de tinta, numa impressora própria para o efeito, o que nos dá uma ideia aproximada das cores utilizadas.


PROVAS DE COR

2009/04/24

as provas de cor analógicas são consideradas as provas mais fiéis na reprodução da impressão por simularem o ponto da impressão e por serem feitas a partir dos fotolitos que depois servem para gravar as chapas de impressão. São provas relativamente económicas, mas mais caras e demoradas do que as provas digitais, exactamente porque antes há que fazer os fotolitos. Sempre que haja rectificações na prova é necessário fazer novos fotolitos e por consequência novas provas, o que para trabalhos com várias rectificações e repetições fica bastante dispendioso. Saber se para aprovar determinado trabalho devem utilizar-se provas de cor digitais ou analógicas depende de vários factores: da complexidade do trabalho em causa, do grau de exigência na reprodução de cor, dos prazos e do orçamento disponível.


PANTONE

2009/04/24

um pantone é uma cor directa ou sólida. A Pantone é uma referência universal de cores para impressão gráfica e define a composição das tintas. Podem ser coated ou uncoated, conforme se trate de impressão em papeis revestidos – coated – como o couché ou absorventes – uncoated – como a maioria dos fine papers.

A cada chapa corresponde uma cor. O mesmo trabalho pode combinar impressão em CMYK e em cores directas.



A REPRODUÇÃO DA COR, RGB / CMYK

2009/04/24

há duas formas de criarmos cor, uma através da luz e outra através da tinta. A primeira é conhecida como RGB e consiste na mistura das cores aditivas e a segunda como CMYK e consiste na mistura das cores subtractivas. Em artes gráficas à medida que se vai avançando no processo de reprodução as limitações vão aumentando e a gama de cores possíveis de reproduzir vai reduzindo.


FONTES

2009/04/24

a fonte é uma colecção de caracteres, caixas altas (maiúsculas) e caixas baixas (minúsculas), pontuação e números, em vários tamanhos e vários estilos (itálico, bold, regular, light etc.). A cada conjunto de tipos nos seus diversos tamanhos e estilos chama-se família. Duas das famílias universalmente mais conhecidas são a Helvética (Arial) e a Times. A Helvética (Arial) faz parte da família das fontes sem serifa, enquanto que a Times representa a família das fontes com serifa.


ARTE FINAL

2009/04/24

a arte final é o documento criado no programa mais adequado para o efeito. É um ficheiro preparado com todo o rigor e pormenor, para depois ser enviado para a gráfica. É na arte final que são feitas todas as contas relativamente às dobras ou acabamentos mais problemáticos. A arte final deve sempre fazer-se acompanhar de uma impressão, de preferência a cores.


PIXEL

2009/04/24

o pixel é a abreviatura para ‘picture element’ (elemento de uma imagem). É o mais pequeno elemento de uma imagem digital e contém informação acerca da luminosidade e cor. Quanto mais pixeis uma imagem tiver melhor é a sua resolução e qualidade.


RESOLUÇÃO

2009/04/24

a resolução de uma imagem é o seu indicativo de definição e detalhe. A imagem enquanto no écran é formada por um conjunto padronizado de pontos, com cor e luz, a que denominamos pixel – picture element. Quando impressa passa a ser composta por pontos – image dot.